domingo, 5 de maio de 2013

Oração para São Jorge


 Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro e protetor, invencível na fé em Deus, que por ele sacrificou-se, traga em vosso rosto a esperança e abri os meus caminhos. Com sua couraça, sua espada e seu escudo, que representam a fé, a esperança e a caridade, eu andarei vestido, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem ...pensamentos possam ter, para me fazerem mal.
Armas de fogo ao meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo tocar. Ó Glorioso nobre cavaleiro da cruz vermelha, vós que com a sua lança em punho derrotaste o dragão do mal, derrote também todos os problemas que por ora estou passando.
Ó Glorioso São Jorge, em nome de Deus e de Nosso Senhor Jesus Cristo estendei-me seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a vossa força e grandeza dos meus inimigos carnais e espirituais. Ó Glorioso São Jorge, ajudai-me a superar todo o desânimo e a alcançar a graça que agora vos peço (faça agora seu pedido justo).
Ó Glorioso São Jorge, neste momento tão difícil da minha vida eu te suplico para que o meu pedido seja atendido e que com a sua espada, a sua força e o seu poder de defesa eu possa cortar todo o mal que se encontra em meu caminho. Ó Glorioso São Jorge, dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé, meu ânimo de vida e auxiliai-me em meu pedido. Ó Glorioso São Jorge, traga a paz, amor e a harmonia ao meu coração, ao meu lar e a todos que estão em minha volta. Ó Glorioso São Jorge, pela fé que em vós deposito: guiai-me, defendei-me e protegei-me de todo o mal. Amém

A MAGIA DAS ÁRVORES


 A árvore é um dos símbolos tradicionais mais essenciais, e seu culto tem sido parte importante e altamente influente na história da religião de quase todas as raças sobre a face da Terra. No culto às árvores de muitas culturas pagãs antigas, a maioria delas era tida como feminina, e a sua seiva, oferecida em cálices dourados aos deuses. Acreditava-se que todas as suas partes possuíam poderes místicos.

As árvores eram símbolo essencial da religião caldéia. Símbolos em forma de árvore foram encontrados nos templos antigos e em cilindros gravados, e há descrições de usos dos ramos tanto nas cerimônias religiosas como mágicas nos textos sagrados dos caldeus.

Árvores sagradas estilizadas, cercadas de seguidores e decoradas com guirlandas aparecem em muitas esculturas indianas dos tempos antigos. (Outro estágio de estilização da árvore sagrada é sua decoração com máscara ou artigo de vestuário para simbolizar a deidade; e por fim, a escultura do seu tronco numa estátua.)

Na Grécia, quando se honrava um deus ou uma deusa, eram colocadas grinaldas feitas dos galhos da sua árvore sagrada sobre a mesma, que era então adorada. Penduravam-se também várias oferendas e presentes, troféus de caça e armas dos conquistadores para trazer boa sorte. Mesmo após muito pagãos terem sido convertidos aos novos caminhos do cristianismo, as pessoas continuaram a acender velas e a oferecer pequenos sacrifícios sob árvores sagradas. (Nos tempos atuais os Bruxos ainda penduram guirlandas sobre certas árvores e dançam em torno de seus troncos.)

Yggdrasil
O conceito de universo como árvore aparece repetidamente na mitologia e no simbolismo pagãos, sendo talvez mais bem conhecido na sua forma escandinava, onde, acreditava-se, um freixo gigante sempre verde, conhecido como "Yggdrasil", é a "árvore do Mundo", que liga o Céu ao submundo. Seu tronco sagrado passa pelo centro do mundo, e seus galhos se espalham sobre os céus e estão cheios de estrelas brilhantes. As três deusas do destino habitam suas raízes, junto com uma serpente gigantesca, semelhante a um dragão. Debaixo do Yggdrasil, os deuses teutônicos se reúnem todos os dias para julgar.

Árvore da Vida
O folclore e as mitologias de várias culturas diferentes em todo o mundo contêm uma gigantesca árvore da Vida, que é a essência de todas as árvores e cujos frutos conferem a imortalidade quando comidos pelos mortais.

A árvore da Vida, na lenda nahua, era a piteira, uma planta tropical que se dizia ter sido descoberta pela deusa de 400 troncos Mayauel. De acordo com a antiga religião asteca, o "leite" da piteira fora utilizado pelo deus de cabeça de cachorro, Xolotl, para nutrir o primeiro homem e a primeira mulher criados pelos deuses.

Na Cabala, a árvore da Vida é um diagrama místico de Deus, do homem e do universo, e até na Bíblia (Gênesis, capítulo II) existe menção à árvore da Vida que crescia no Jardim do éden junto com a árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, que originou o fruto proibido.

De acordo com a lenda dos chineses, indianos e sul-americanos, as almas dos mortos ascendem ao reino do paraíso pelo tronco de uma árvore da Vida sagrada.

A macieira era a árvore da Vida adorada pelos antigos celtas. A chinesa era tanto o pessegueiro como a tamareira. A dos semitas era também a tamareira, e a árvore da Vida na história do "Jardim do éden", da Babilônia, era a palmeira.

Na índia, a árvore da Vida sagrada (Asvattha) era a figueira. Como o Yggdrasil, seus galhos atingiam o céu, e suas raízes desciam às profundezas do submundo.

A figueira é tida como a árvore da Vida por muitos povos, sendo com freqüência adorada como a árvore do Conhecimento.

Os kayans do Bornéu Central acreditam que se originaram dos ramos e das folhas de uma árvore da Vida milagrosa que, no início dos tempos, caiu dos céus na terra.

Bosques Sagrados
No Antigo Testamento existem numerosas referências a bosques sagrados e a altares neles erigidos.

Na mitologia grega, um oráculo do deus Zeus estava localizado num bosque sagrado de carvalhos. Um bosque sagrado em Dodona possuía o dom da profecia, e os fogos das vestais que ardiam no bosque consagrado em Nemi consistiam de varetas e galhos de carvalho.

Uma árvore grande dentro de um bosque sagrado representava a deidade masculina dentro da Deusa, tanto como filho quanto como amante, e o ato de quebrar um dos seus galhos significava o mesmo que ameaçar o deus de castrá-lo.

Nos bosques de Diana, em Nemi, os reis sagrados combatiam os inimigos que ousavam quebrar um galho das árvores sagradas. Os sacerdotes patriarcais temiam os bosques sagrados e os consideravam perigosos e maus. Aqueles que os tentavam destruir eram punidos com uma maldição da mãe-Deusa, como aparece em vários mitos moralizantes, como o de Erisichton, que foi transformado num mendigo sujo e desgraçado pela ira da deusa Demeter.

O bosque sagrado de ciprestes, em Filos, no Peloponeso, era um abrigo para os que escapavam da prisão, e os ramos das árvores ficaram repletos de algemas e correntes dos fugitivos da Justiça.

As sete árvores sagradas do bosque irlandês eram o vidoeiro, o salgueiro, o azevinho, a aveleira, o carvalho, a macieira e o amieiro. Seus dias sagrados e correspondências planetárias são:

árvore Dia Planeta
Vidoeiro Domingo Sol
Salgueiro Segunda-feira Lua
Azevinho Terça-feira Marte
Aveleira Quarta-feira Mercúrio
Carvalho Quinta-feira Júpiter
Macieira Sexta-feira Vênus
Amieiro Sábado Saturno

O santuário druida mais conhecido era o bosque sagrado em Derry. Protegido também pelo medo de uma maldição, seu nome mágico é até hoje invocado na frase dos bardos "Hey Derry Down", no coro das antigas baladas celtas.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich
 

domingo, 21 de abril de 2013

Abede e ofa - Símbolos de Logun Edé

Loci Loci Logun Edé.....

Salve o povo cigano....


DEPRESSÕES

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Coragem. Lição nº 39. Página 119.

Se trazes o espírito agoniado por sensações de pessimismo e tristeza, concede ligeira pausa a ti mesmo, no capítulo das próprias aflições, a fim de raciocinar.
Se alguém te ofendeu, desculpa.
Se feriste alguém, reconsidera a própria atitude.
Contratempos do mundo estarão constantemente no mundo, onde estiveres.
Parentes difíceis repontam de todo núcleo familiar.
Trabalho é Lei do Universo
Disciplina é alicerce da educação.
Circunstâncias constrangedoras assemelham-se a nuvens que aparecem no firmamento de qualquer clima.
Incompreensões com relação a caminhos e decisões que se adote são empeços e desafios, na experiência de quantos desejem equilíbrio e trabalho.
Agradar a todos, ao mesmo tempo, é realização impossível.
Separações e renovações representam imperativos inevitáveis do progresso espiritual.
Mudanças equivalem a tratamento da alma, para os ajustes e reajustes necessários à vida.
Conflitos íntimos atingem toda criatura que aspire a elevar-se.
Fracassos de hoje são lições para os acertos de amanhã.
Problemas enxameiam a existência de todos aqueles que não se acomodam com estagnação.
Compreendendo a realidade de toda pessoa que anseie por felicidade e paz, aperfeiçoamento e renovação, toda vez que sugestões de desânimo nos visitem a alma, retifiquemos em nós o que deva ser corrigido e abraçando o trabalho que a vida nos deu a realizar, prossigamos à frente...

Logun Edé


Ele é príncipe nato
Onde Oxossi é rei
Oxum mãe rainha
Seu brilho muitos quer
Mas poucos sua irradiação tem
Afoxé seu reino dividido
Entre matas e rios
Meu amor caminha descalço rumo ao céu
Na forma pura de um Deus-menino
Flutuando nos rastros dos cometas
Deslizando entre os cascalhos de estrelas
Onde lanço meu olhar rumo aos astros
Erguendo meu louvor a um Orixá

Oko fabo Orixá ibo... Logun Edé

domingo, 14 de abril de 2013

Árvores


...♥..."Árvores são poemas que a terra escreve para o céu"
(Khalil Gibran)