sábado, 21 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Abençoemos os que se fizeram ou se fazem instrumentos de nossas dificuldades!
Abençoemos os que se fizeram ou se fazem instrumentos de nossas dificuldades!
Abençoemos os que não nos compreenderam ou ainda não nos compreendam, nos quais encontramos o estímulo para a aquisição de novo entendimento!
Abençoemos os que nos criaram ou nos criem problemas e embaraços, porque sem eles não adestraríamos as nossas energias para a justa e necessária auto-superação!
Abençoemos quantos nos impuseram ou nos impõem trabalho incessante de renunciação e sacrifício, sem pausa, porquanto é por eles e com eles que nos habituamos a prosseguir na estrada reta que Jesus nos traçou.
pelo Espírito Batuira - Do livro: Mais Luz, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Abençoemos os que não nos compreenderam ou ainda não nos compreendam, nos quais encontramos o estímulo para a aquisição de novo entendimento!
Abençoemos os que nos criaram ou nos criem problemas e embaraços, porque sem eles não adestraríamos as nossas energias para a justa e necessária auto-superação!
Abençoemos quantos nos impuseram ou nos impõem trabalho incessante de renunciação e sacrifício, sem pausa, porquanto é por eles e com eles que nos habituamos a prosseguir na estrada reta que Jesus nos traçou.
pelo Espírito Batuira - Do livro: Mais Luz, Médium: Francisco Cândido Xavier.
NA HIGIENE DA ALMA- Chico Xavier
NA HIGIENE DA ALMA
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Reconforto. Lição nº 18. Página 100.
O perdão é comparável à água lustral do espírito, lavando todas as
nódoas que nos assaltam o tecido da existência.
Não te alegrarás, exibindo a veste salpicada de lama e nem te
resignarás a conduzir, cada dia, o lixo da própria casa na concha das
próprias mãos.
Ao invés disso, obrigas-te cada manhã ao ritual da limpeza, a começar
por teu próprio corpo, a fim de que a saúde e a higiene te marquem as
horas.
No terreno da própria alma, guardar ressentimentos e mágoas, melindres
e dissabores, ante a conduta alheia, é o mesmo que transportar, no
reduto do próprio ser, os detritos de nossa marcha, intoxicando-nos a
vida.
Odiar é render culto ao desequilíbrio;maldizer é abrir chagas íntimas;
censurar é ferir a esperança; exigir, quase sempre, é aborrecer.
Lembra-te de que todos temos necessidade da desculpa recíproca, a fim
de que a estrada se nos desempeça do pedregulho nela atulhado por
nossos próprios erros.
Recorda o reconforto que recolhes da palavra de estímulo e a bênção de
alívio que te afaga o coração, quando as tuas faltas possíveis são
recebidas por outrem com tolerância e perdoa, sem condições, a todos
os golpes da senda, na certeza de que todo mal desaparecerá para que o
bem permaneça.
Aqui, agora e sempre, seja onde for, aprendamos a esquecer tudo o que
representa poeira inútil da caminhada, procurando simplesmente a luz
da compreensão e do amor que tudo renova e doura, a caminho da Vida
Maior e abrir-se-á renovado caminho na longa peregrinação de trabalho
e de experiência em que nos cabe evoluir para Deus.
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Reconforto. Lição nº 18. Página 100.
O perdão é comparável à água lustral do espírito, lavando todas as
nódoas que nos assaltam o tecido da existência.
Não te alegrarás, exibindo a veste salpicada de lama e nem te
resignarás a conduzir, cada dia, o lixo da própria casa na concha das
próprias mãos.
Ao invés disso, obrigas-te cada manhã ao ritual da limpeza, a começar
por teu próprio corpo, a fim de que a saúde e a higiene te marquem as
horas.
No terreno da própria alma, guardar ressentimentos e mágoas, melindres
e dissabores, ante a conduta alheia, é o mesmo que transportar, no
reduto do próprio ser, os detritos de nossa marcha, intoxicando-nos a
vida.
Odiar é render culto ao desequilíbrio;maldizer é abrir chagas íntimas;
censurar é ferir a esperança; exigir, quase sempre, é aborrecer.
Lembra-te de que todos temos necessidade da desculpa recíproca, a fim
de que a estrada se nos desempeça do pedregulho nela atulhado por
nossos próprios erros.
Recorda o reconforto que recolhes da palavra de estímulo e a bênção de
alívio que te afaga o coração, quando as tuas faltas possíveis são
recebidas por outrem com tolerância e perdoa, sem condições, a todos
os golpes da senda, na certeza de que todo mal desaparecerá para que o
bem permaneça.
Aqui, agora e sempre, seja onde for, aprendamos a esquecer tudo o que
representa poeira inútil da caminhada, procurando simplesmente a luz
da compreensão e do amor que tudo renova e doura, a caminho da Vida
Maior e abrir-se-á renovado caminho na longa peregrinação de trabalho
e de experiência em que nos cabe evoluir para Deus.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Por que do nome Ciganos?

Por que do
nome Ciganos?
Do
nome original desse povo, nada mais se sabe e não existem registros nem
documentos de espécie alguma para nomeá-los. Sabe-se, porém, que ao se
espalharem pela Europa, foram erroneamente dados como vindos do Egito, razão
pela qual foram denominados inicialmente como "egiptanos", dando
origem a "gitanos", em espanhol, e a ciganos, em português. Em língua
inglesa são conhecidos como "gypsy", também de "egyptian".
Em francês, são chamados "egyptiens" e em húngaro
"egyptener".
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