As criaturas entram na instabilidade moral, habituam-se a ela, e passam ao domínio das forças negativas sem perceber.
Dizem-se confiantes pela manhã e acabam indecisas à noite.
Freqüentemente rogam em prece:
- Senhor! Eis-me diante de tua vontade!...
Mostra-me o que devo fazer!...
E quando o Senhor lhes revela, através das circunstâncias, o quadro de serviço a expressar-se, conforme as necessidades a que se ajustam, exclamam em desconsolo:
- Quem sou eu para realizar semelhante tarefa?
Não tenho forças.
Ai de mim que sou inútil!...
Sabem que é preciso servir para se renovarem, mas paradoxalmente esperam renovar-se sem servir.
Dispõem de verbo fácil e muitas vezes se proclamam inabilitadas para falar auxiliando a alguém nas construções do Espírito.
Possuem dedos ágeis, quais filtros inteligentes engastados nas mãos; entretanto, costumam asseverar-se inseguras na execução das boas obras.
Ouvem preleções edificantes ou mergulham-se na assimilação de livros nobres, prometendo heroísmo para o dia seguinte, mas, passada a emoção, volvem à estaca zero, à maneira de viajante que desiste de avançar nos primeiros passos de qualquer jornada.
Louvam na rua o equilíbrio e a serenidade e, às vezes, dentro de casa, disputam campeonatos de irritação.
O dever jaz à frente, a oportunidade de elevação surge brilhando, os recursos enfileiram-se para o êxito e realizações chamam urgentes, mas preferem a fuga da obrigação sob o pretexto de que é preciso cautela para evitar o mal, quando o bem francamente lhes bate à porta.
Trabalho, ação, aprendizado, melhoria!...
Não te ponhas à espera deles sob a imaginária incapacidade de procurá-los, à vista de imperfeições e defeitos que te marcaram ontem.
Realização pede apoio da fé.
Mãos à obra.
Tudo o que serve para corrigir, elevar, educar e construir, nasce primeiramente no esforço da vontade unida à decisão.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
DECISÃO E VONTADE
As criaturas entram na instabilidade moral, habituam-se a ela, e passam ao domínio das forças negativas sem perceber.
Dizem-se confiantes pela manhã e acabam indecisas à noite.
Freqüentemente rogam em prece:
- Senhor! Eis-me diante de tua vontade!...
Mostra-me o que devo fazer!...
E quando o Senhor lhes revela, através das circunstâncias, o quadro de serviço a expressar-se, conforme as necessidades a que se ajustam, exclamam em desconsolo:
- Quem sou eu para realizar semelhante tarefa?
Não tenho forças.
Ai de mim que sou inútil!...
Sabem que é preciso servir para se renovarem, mas paradoxalmente esperam renovar-se sem servir.
Dispõem de verbo fácil e muitas vezes se proclamam inabilitadas para falar auxiliando a alguém nas construções do Espírito.
Possuem dedos ágeis, quais filtros inteligentes engastados nas mãos; entretanto, costumam asseverar-se inseguras na execução das boas obras.
Ouvem preleções edificantes ou mergulham-se na assimilação de livros nobres, prometendo heroísmo para o dia seguinte, mas, passada a emoção, volvem à estaca zero, à maneira de viajante que desiste de avançar nos primeiros passos de qualquer jornada.
Louvam na rua o equilíbrio e a serenidade e, às vezes, dentro de casa, disputam campeonatos de irritação.
O dever jaz à frente, a oportunidade de elevação surge brilhando, os recursos enfileiram-se para o êxito e realizações chamam urgentes, mas preferem a fuga da obrigação sob o pretexto de que é preciso cautela para evitar o mal, quando o bem francamente lhes bate à porta.
Trabalho, ação, aprendizado, melhoria!...
Não te ponhas à espera deles sob a imaginária incapacidade de procurá-los, à vista de imperfeições e defeitos que te marcaram ontem.
Realização pede apoio da fé.
Mãos à obra.
Tudo o que serve para corrigir, elevar, educar e construir, nasce primeiramente no esforço da vontade unida à decisão.
A todos vós, Seareiros Espíritas...
Em qualquer lugar em que tu estejas, de uma forma ou de outra, despertarás o interesse de alguém. Algumas pessoas poderão ver-vos como antipáticos e até mesmo hostilizar-vos. Outros se interessarão saber quem sois e o que fazem. Inúmeros, no entanto, te falarão tentando um relacionamento fraterno, cada um sintonizando contigo, dentro do campo emocional em que estagia. Como temos, de uma maneira geral, carência de amizades e, excesso de problemas, as criaturas andam a cata de quem as ouça, ansiando encontrar compreensão. Concede a quem te procura a honra de ser ouvido. Silencia-te e ouve. Não aparentes saber tudo, ou estar por dentro de todos os acontecimentos. Nada mais desagradável e descortês que tomar a palavra de outrem e concluir-lhe a narrativa, nem sempre corretamente. Sê gentil, criando campo necessário para que quem sofre entenda as ondas de sua cordialidade e descarregue a tensão e o sofrimento, Ouça tudo, entenda, cala e reflita. No momento certo, fala com naturalidade e com a mansuetude possível, sem afetação e sem a falsa postura de intocabilidade ou isento de problemas. A arte de ouvir é também a arte de ser carinhoso ao ajudar. Autores da Mensagem: Né il postino o corriere sono importanti...
Oração por humildade
Deus de Misericórdia!... Auxilia-me a conservar o anseio de encontrar-te. Quando haja tumulto, ao redor de mim, guarda-me o silêncio interior em que procure ouvir-te a voz. Se algum êxito me busca, deixa-me perceber a tua bondade sobre a fraqueza que ainda sou. Diante dos outros, consente, oh! Pai, que te assinale o infinito amor, valorizando-me a insignificância, através daqueles que me concedam afeto. Se aparecerem adversários em meu caminho, faze-me vê-los como sendo instrumentos de trabalho, dentre aqueles com que me aperfeiçoas. Na alegria, induze-me a descobrir-te a proteção paternal, estimulando-me a seguir para a frente. Na dor, fortalece-me os ouvidos para que te escutem os chamamentos de paz. E, quanto mais possa conhecer, em minha desvalia, os recursos iluminados do oceano de mundos e de seres que construístes no Universo, concede-me, oh! Deus de Misericórdia, que eu tenha a simplicidade da gota dágua que, embora unicamente anônima gota dágua, se sente tranqüila e feliz porque se vê capaz de refletir-te a luz no brilho eterno da Criação. pelo Espírito Meimei - Do livro: Amizade Médium: Francisco Cândido Xavier.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
HISTÓRIA DE SÃO VALENTIM - PADROEIRO DOS AMANTES

14 DE FEVEREIRO - DIA DE SÃO VALENTIM - PADROEIRO DOS AMANTES
São Valentim, (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga.Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, alistariam-se com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Asterias, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e milagrosamente a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Samba enredo da Beija flor 2013...


Eu vou cavalgar, pra encontrar
A minha história nesse mundo de meu Deus!
Venho de longe de uma era milenar,
Fui coroado quando o dia amanheceu!
Brilha, estrela guia...
Um viajante, a sua sede a matar!
Presente de grego, que grande ironia
Herói das batalhas, real montaria!
Com asas surgiu do infinito, tão claro mito..
A joia rara de Alah!
Cigano...
Buscando a purificação!
Trotando elegância e bravura,
A minha aventura se torna canção!
É o bonde que vai, carruagem que vem...
Na viajem que trás, o amor de alguém!
Indomável corcel, alazão da Coroa...
Troféu da nobreza, estrela que voa!
Amigo do Rei, pela estrada lá vai o Barão!
Sul de Minas Gerais, galopei...
A riqueza da mineração!
Café me fez marchar...
Ao Rio da corte a bailar!
Acreditar... Que fui a raça escolhida!
Sou um puro sangue azul e branco,
Um acalanto... a mais sublime criação!
Sou eu o seu cavalo de batalha,
Se a memória não me falha...
Chegou a hora de gritar é campeão!
Sou Manga Larga Marchador!
Um vencedor, meu limite é o céu!
Eu vim brilhar com a Beija-Flor..
Valente guerreiro, amigo fiel!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Suicídio
Tem o homem o direito de dispor de sua vida?
Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei. Suicídio... Uma das mais terríveis palavras do dicionário humano... Pronunciada, "afunda o chão em sete palmos", como diziam os antigos, ao se referirem às coisas mais sinistras da vida. Só Deus dispõe ao direito à vida, por intermédio de suas leis, lembram os Instrutores Espirituais, ao ser ventilado, na Codificação, o assunto. Estudaremos o doloroso tema com a esperança de que seja ele um incentivo à vida, por mais difícil se nos afigure ela, partindo dos seguintes pontos: a) Causas freqüentes do suicídio: • Falta de fé • Orgulho ferido • Esgotamento nervoso • Loucura • Tédio da vida • Moléstias consideradas incuráveis • Indução de terceiros, encarnados ou desencarnados b) Quadro geral dos desertores da vida, no plano espiritual: Relatos de antigos suicidas e obras especializadas, de origem mediúnica, falam-nos, inclusive, de vales sinistros, onde se congregam, em tétricas sociedades, os que sucumbiram no auto-extermínio. Nessa regiões, indescritíveis na linguagem humana, os quadros são terríveis. Visão constante das cenas do suicídio, seu e de outrem. Recordação aflitiva dos familiares, do lar distante, dolorosamente perdidos Saudade da vida - vida que o próprio suicida não soube valorizar, por lhe haver faltado um pouco mais de confiança na ajuda de Deus, que tem sempre o momento adequado para chegar... Outras vezes, solidão, trevas, pesadelos horrendos, com a sensação, da parte do infeliz, de que se encontra "num deserto , onde os gritos e gemidos têm ressonâncias tétricas". Os mais variados efeitos psicológicos e as mais diversas repercussões morais tornam a presença do suicida, no mundo espiritual, um autêntico inferno, onde estagiará, não sabemos quanto tempo, tudo dependendo de uma série de fatores que não temos condições de aprofundar, eis que inerentes à própria Lei de Justiça. Ataques de entidades cruéis. Acusações e blasfêmias. Sevícias e sinistras gargalhadas povoam a longa noite dos que não tiveram coragem para enfrentar o tédio, o desamor, a calúnia, a desventura... Se pudessem os homens levantar uma nesga da vida espiritual e olhar, a distância, as cenas de torturante sofrimento a que são submetidos os suicidas, diminuiriam, por certo, as estatísticas. c) Conseqüências em futuras encarnações: Se a tortura do Espírito, após o suicídio, é horrível, seu retorno ao mundo terreno, pela reencarnação, far-se-á na base das mais duras penas. Reencarnações frustradas, isto é, que se interromperão quando maior for o desejo de viver, o "anseio de vida"- vida esta que ele não teve fé suficiente para valorizar. Os que se envenenaram, conforme os tóxicos de que se valeram , renascem trazendo as afecções valvulares, os achaques do aparelho digestivo, as doenças do sangue e as disfunções endocrínicas, tanto quanto outros males de etiologia obscura; os que incendiaram a própria carne amargam as agruras de terríveis doenças dermatológicas, como o fogo selvagem e a ictiose; os que se asfixiaram, seja no leito das águas ou nas correntes de gás, exibem processos mórbidos das vias respiratórias, como o caso de enfisemas ou de cistos pulmonares; os que se enforcaram carreiam consigo os dolorosos distúrbios do sistema nervoso, como sejam as neoplasias diversas e a paralisia cerebral infantil; os que estilhaçaram o crânio, ou deitaram a própria cabeça sob rodas destruidoras, experimentam desarmonias da mesma espécie, notadamente as que se relacionam com o cretinismo, e os que se atiraram de grande altura reaparecem portando os padecimentos da distrofia muscular progressiva ou inflamações do tecido ósseo. Segundo o tipo de suicídio, direto ou indireto, surgem as distonias orgânicas derivadas, que correspondem a diversas calamidades congênitas, inclusive a mutilação e o câncer, a surdez e a mudez, a cegueira e a loucura, a representarem terapêutica providencial na cura da alma". (Emmanuel)
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